Vi o amor morrer e nascer um milhão de vezes. Lembro de passar dias chegando do trabalho esperando que tivesse uma ligação sua no telefone de casa, uma mensagem na secretária ou sei lá. Lembro de olhar meu celular umas quinhentas vezes durante o dia, e mais mil vezes durante a noite. Lembro de noites mal dormidas, ou dormidas com ajuda de calmantes. Lembro de não conseguir chorar e então todas as emoções que precisavam vir pra fora ficavam guardadas aqui dentro. Lembro dos fins de semana que eram sempre cheios, quando não eram cheios de tédio eram cheios de bebidas, e festas, e pessoas sem a mínima idéia do que eu estava sentindo por dentro.
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